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Eleições na Argentina

Atualizado em 19/05/15 10:13.

País vizinho se prepara para as eleições presidenciais em 2015. Crise e cenário político conturbados acirram as disputas

A Argentina se prepara para entrar em período eleitoral. Em 2015, o país vizinho do Brasil elegerá o novo Presidente da República. Há 8 anos no poder, Cristina Kirchner vai se retirar do cargo máximo do executivo argentino. No próximo dia 9 de agosto serão realizadas as eleições primárias, onde serão decididos os nomes efetivos de cada coligação.

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Cristina Kirchner, atual presidente, não detêm do mesmo prestígio do último pleito

Após essa decisão, começa assim, de fato, a luta pelos votos dos eleitores portenhos. No dia 25 de novembro, os eleitores vão às urnas para escolher seus novos presidente e vice-presidente. Na mesma data também acontecerá o pleito para escolha dos representantes do legislativo. Ao todo, serão eleitos 130 deputados, 24 senadores e 43 parlamentares de Parlasur.

Nesse período final de escolhas dos partidos, alguns nomes despontam como possíveis candidatos à presidência. Pelo lado da situação, encabeçado pelo partido de Cristina Kirchner, a Frente Para Vitória (FPV), deve ser Florencio Randazzo, atual Ministro do Interior e dos Transportes. Daniel Scioli, Governador da Província de Buenos Aires também é pré-candidato. Uma definição deve ocorrer até o mês de julho. 

Pelo lado da oposição, o nome de Mauricio Macri aparece com grande força. O atual prefeito de Buenos Aires é de centro-esquerda e foi presidente do Club Atlético Boca Juniors, equipe de futebol com maior torcida na Argentina. Macri pertence à Propuesta Republicana (PRO). Correndo por fora, o deputado Sergio Massa também tem propostas mais conservadoras e pertence à Frente Renovador.

 

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Mauricio Macri aparece como grande nome da oposição

A tendência é que essas eleições sejam extremamente disputadas. A Argentina, apesar do otimismo governista, vive grave crise em diversos setores da economia. A alta inflação, aliada ao grande desemprego, principalmente com os jovens, preocupa a população. Por outro lado, existe grande resistência da maior parte da população com as fortes tendências conservadoras da oposição.

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