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Professores e estudantes recebem dicas para preencherem o Currículo Lattes

Atualizado em 12/05/15 11:07.

Por Alex Maia

Foto: Divulgação

A palestra foi promovida pelas Pró-reitorias de Pesquisa e Inovação e de Pós-Graduação

PRPI

As inscrições para as palestras estão abertas. Para participar clique aqui.

Estudantes e professores estiveram no Centro de Cultura e Eventos Professor Ricardo Freua Bufáiçal, no Câmpus Samambaia, para acompanhar o Workshop “Dicas para preenchimento do Currículo Lattes” em mais uma atividade do Programa de Formação em Pesquisa, promovido pelas Pró-reitorias de Pesquisa e Inovação e de Pós-Graduação.

Durante o evento foi destacada a importância de um preenchimento adequado do Currículo Lattes para os atuais e futuros pesquisadores. “Essa palestra me tirou muitas dúvidas, principalmente do que não pode faltar no Lattes. Para quem quer ser pesquisador, esse workshop foi uma grande oportunidade”, declarou Paulo Nunes, estudante de pós-graduação da UFG.

Quem conduziu a palestra foi a pró-reitora, Maria Clorinda Soares Fioravanti que apresentou o desenvolvimento da Plataforma Lattes com o passar dos anos e mostrou o que de mais importante deve haver no currículo. “Imaginava que o currículo teria que conter todos os projetos e vínculos empregatícios de cada pesquisador. O workshop me esclareceu que nem tudo é importante no Lattes”, afirmou o aluno de graduação, Sandro Aguiar.

 

Aqui a gente sabe quem é quem, onde trabalha, com quem trabalha e o que pesquisa. O Currículo Lattes é o Facebook da ciência”, brincou a professora Maria Clorinda Fioravanti, que ressaltou a importância de bom senso na hora de preencher os dados na plataforma. Ela encerrou oworkshop respondendo à perguntas dos presentes.

Programa de Formação em Pesquisa

O Programa de Formação em Pesquisa é uma promoção da PRPI e da PRPG que objetiva difundir a ciência e a pesquisa no âmbito da Universidade, além de capacitar os pesquisadores para a elaboração de projetos de pesquisa, análise de dados e divulgação científica. A programação também foi transmitida pela TV UFG para Jataí, Catalão e Goiás à pedido das regionais para que os pesquisadores que não tiveram a oportunidade de se deslocar à Goiânia também pudessem acompanhar.

 



 

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