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Em busca de novos horizontes

Atualizado em 28/04/15 09:14.

Em busca de novas experiências jovens investem cada vez mais em intercâmbio

Por: Thais Alves

28/05/2015

intercambio

Reprodução

 

A busca por novas experiências e conhecimento vem sendo cada vez mais procurada pelos jovens brasileiros e quem se beneficia disso é o mercado do intercâmbio. A modalidade ainda é a mais procurada por aqueles que procuram conhecer novas culturas e desenvolver habilidades com línguas estrangeiras. E as vantagens não terminam por ai, uma experiência internacional pode elevar o currículo de qualquer profissional.

 

Segundo a Organização Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais (Belta), em 2010, 168 mil brasileiros fizeram algum tipo de intercâmbio. Já em 2012 os números já alcançavam 175 mil pessoas, totalizando uma taxa de crescimento de 5%. Os dados são o resultado de uma pesquisa feita entre 81 agências de intercâmbio associados a organização no país.

 

Para o presidente da Belta, Carlos Robles, esses números mostram que os jovens estão tendo cada vez mais contato com educação internacional e que isso é muito importante para a formação dos jovens brasileiros no acesso ao mercado de trabalho e no seu desenvolvimento pessoal. Ele ainda acrescenta que a tendência a curta e longo prazo é de expansão nesse mercado.

 

Experiência

 

Para a estudante de nutrição da Universidade Federal de Goiás (UFG), Victória Guimarães o intercâmbio nunca esteve em seus planos, mas acabou se materializando quando surgiu a oportunidade de se inscrever no Programa Santander Ibero-Americanas. Escolha que ela admite não ter se arrependido, já que o intercâmbio acabou se tornando uma grande experiência de vida.

 

O processo de amadurecimento, segundo ela foi um dos mais significantes. O fato de estar em outro país totalmente sozinha, tendo que administrar todos os seus gastos e conviver com pessoas de culturas e costumes diferentes, encadeia em você um vasto crescimento. “É você se adaptar ao mundo deles, afinal, você é o estranho no ninho naquele momento”, afirma.

 

Pelo caminho a estudante também encontrou dificuldades. Olhar pro lado e não ter para quem gritar, deixa a pessoa sob pressão. “Você tem que ser autosuficiente. Se você quebra um braço você tem que saber se virar”, declara a universitária que apesar dos contratempos, considera tudo isso algo a se acrescentar para a vida. Depois de passar 6 meses morando em Portugal, Victória só tem uma resposta quando perguntada se faria de novo, “a qualquer momento”, encerra.

 

Fonte FIC

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