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Corte de gastos do governo atinge universidades federais na volta às aulas

Atualizado em 07/04/15 11:14.

 

Contingenciamento chega a 30% da veba habitual

Por Alex Maia

Foto Laís Brito

Orlando Amaral

A ordem nas instituições de Ensino Superior em 2015 é economizar. O repasse destinado às federais em janeiro e fevereiro foi de apenas 30% e, enquanto a Lei Orçamentária Anual não é aprovada pelo Congresso Nacional, é preciso conter as despesas.

 As universidades federais garantem que a contenção não deve afetar diretamente os estudantes. Conforme os reitores, as ações de assistência estudantil — como bolsas e moradia — permanecem com o mesmo orçamento do ano passado. Ajustes, contudo, estão sendo feitos em outras áreas.

Água, luz, telefone e diárias são alguns dos gastos que as administrações procuram diminuir, em um ano em que a expectativa, mesmo com a aprovação da Lei Orçamentária, é de aperto nas contas.

 A Universidade Federal de Goiás (UFG) deve sentir uma brusca queda de crescimento. Nos últimos anos, a universidade passou de 7 mil alunos para a 25 mil e duplicou seu espaço físico.

 Com novos prédios, novos alunos, temos mais gastos. Neste ano, porém, não será possível nenhum quadro de expansão, apenas de manutenção”, destaca o reitor Orlando Amaral que apesar de reconhecer a situação grave pela qual as universidades estão passando, acredita que o momento será passageiro.

É preciso que a comunidade como um todo esteja consciente dessa situação, circunstancial e passageira em minha avaliação, e nos ajude a encontrar caminhos que nos permitam realizar os necessários ajustes, sem com isso comprometer o que é essencial para o desenvolvimento das atividades acadêmicas”, destacou.

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