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Pedro Lopes

Que lixo é este, pergunta estudante de Jornalismo da FIC

Blog de Pedro Lopes comenta desafios, avanços e razões para se pensar o lixo nos campus da UFG

 

lustração de Pawel Kuczynski

Ilustração de Pawel Kuczynski

 

Era novo o prédio do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) da Universidade Federal do Goiás em meados de 2007. Mas, no corredor do primeiro piso havia uma parede molhada, com aspecto de mofo. A causa estava numa tubulação estragada pela reação de resíduos químicos indevidamente descartados nas pias.Não havia coleta desse conteúdo, tampouco se pensava sobre o que fazer com ele, até aquele ano.

Adelair dos Santos, professora do IPTSP, notou o descaso e juntou-se a um cordão humano em torno de um problema que ninguém sabia como solucionar. Entre alguns docentes e servidores à guiza do professor Eraldo Henrique de Carvalho, da Escola de Engenharia Civil e Ambiental, surgiu uma saga. Questionaram a Vigilância Sanitária, o Conselho Regional de Química e a Companhia de Urbanização de Goiânia, a Comurg. De comum a resposta surpreendente: os órgãos não sabiam o que fazer com o lixo químico.

Era necessário o descarte desses resíduos em incineradoras. A mais próxima ficava em Belo Horizonte, o que tornava muito caro uma eventual parceria. Eis que surge naquele ano, em Senador Canedo, a Incinera Tratamento de Resíduos Ltda, cobrando, naquele ano, R$1.900,00 por quilo de incineração.

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Fonte : FIC

Categorias : Lixo

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