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Gravidez na adolescência

Com muita informação sobre o assunto e muitas jovens ainda estão engravidando, qual será a causa?

 

 

Por: Lohany Arnos

Hoje em dia á mulher ganhou o direito sobre seu corpo e suas vontades, muitas estão deixando as relações afetivas em segundo plano e direcionando as suas vidas para as suas obrigações.

Esta situação se deve à forma como se encontram as civilizações modernas, A estrutura familiar alterada ao longo dos anos pelos processos sociais, o papel da mulher na sociedade, são fatores que influenciaram na modificação das relações afetivas.

A independência adquirida pela população feminina ao longo dos anos, fez com que elas escolhem-se por uma maternidade independente, ou depois de construir uma carreira profissional consolidada.

Mas este não é o que mostra a pesquisa do obstetra Mauricio Viggiano, segundo ele 22% das adolescentes fazem sexo pela primeira aos 15 anos de idade e o resultado é uma gravidez inesperada e a contaminação de doenças sexualmente transmissíveis.

A falta de dialogo com os pais, e a orientação de pessoas desqualificadas (no caso amigas) tem levado muitas jovens a uma gravidez não planejada. E mesmo que a rede de saúde publica, de palestras nas escolas sobre orientação sexual e o uso de métodos contraceptivo, o número de adolescentes grávidas só tem aumentado. Um estudo feito pela Secretaria Municipal de Saúde da Capital revelou que no ano de 2012, 14% das grávidas eram menores de 18 anos.

O obstreta Mauricio Viggiano diz que, “não acredita que as adolescentes engravidem por falta de informação. Todas sabem que se tiverem relação sexual sem os cuidados necessários, podem engravidar”. Dados da sua pesquisa indicam que 92% das jovens conhecem pelo menos um método contraceptivo, pelo menos a camisinha elas conhecem.

Segundo ele não é a desinformação que leva à gravidez na adolescência, mas talvez o pensamento mágico dos adolescentes de buscar a si mesmo, o imediatismo dos relacionamentos, talvez seja um dos fatores que possam justificar o número maior de casos.

Hoje não há menina que não saiba que pode engravidar, mas todas imaginam que isso só acontece com as outras, jamais ira acontecer com elas. A Talita kum, uma casa de apoio há adolescentes e mulheres, recebem moradoras de ruas, jovens de baixa renda, usuárias de entorpecentes e jovens que sofreram abuso sexual.

Maria do Socorro funcionaria da casa há um ano diz que quando uma jovem e usuária de droga ela é encaminhada para a “fazendinha” um centro de desintoxicação da sagrada família, para depois conviver com outras moradoras.

Mas quando o caso é de abuso sexual a adolescente tem acompanhamento psicológico na casa da juventude. Camila de 17 anos procurou a Talita kum, por que engravidou e o namorado a abandonou.

A Talita kum oferece assistência a adolescentes gravidas e promove a educação com vários cursos.  Muitas adolescentes acreditam que engravidando conseguira segurar o namorado ou até mesmo leva-lo ao matrimonio, mas nem sempre isso acontece, como é o caso da Camila.

 A psicóloga Marcela França de Almeida acredita que na contemporaneidade, as facilidades burocráticas que marcam o fim "oficial" de uma relação, abreviam o término das péssimas condições sustentadas no passado pelos casais, e que eram prolongadas por toda uma vida.

Em grande parte, as mulheres já não dependem financeiramente dos homens e podem fazer escolhas. Os homens, por sua vez, já não se sentem mais tão responsáveis pelo destino das mulheres.

 

 

Fonte : Facomb

Categorias : Saúde

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