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Por TVs democráticas

A passos lentos, as TV públicas vêm se consolidando na rede de canais abertos da televisão brasileira

Por Ana Clara Gomes

 

No Brasil, quando falamos em meios de comunicação, automaticamente nos vêm à cabeça a TV aberta brasileira. Os chamados canais de televisão gratuitos são autorizados a operar pelo Governo Federal, que autoriza as concessões de televisão aberta no Brasil.

 

A TV brasileira nasceu comercial e conviveu com as TVs estatais federais criadas no regime militar. Atualmente há um esforço para que haja a consolidação de uma rede pública de televisão, em que a sociedade passe a participar ativamente das produções televisivas, exercendo grande influência na programação pública. São as chamadas TVs públicas. O que se vê, ainda, é que há uma grande confusão do que vem a ser uma rede pública de televisão ou uma TV pública.

 

Além de fazer parte dos canais abertos, uma TV pública tem um caráter educativo e cultural, que prima pela participação popular e democrática, diferentemente das TVs comerciais. Em Goiânia, há cerca de quatro anos, foi inaugurada a primeira e única TV pública do estado de Goiás: a TV UFG.

 

Após 47 anos de luta para a sua criação, a TV UFG é uma emissora pública, vinculada à Fundação Rádio e Televisão Educativa e Cultural (RTVE). A emissora retransmite parte da programação da TV Brasil, produz conteúdos próprios e veicula produções de outras emissoras ligadas às universidades federais brasileiras, por meio da RedeIfes/UFG. De acordo com a professora Rosana Borges, gerente da TV, a rede é importante para que haja compartilhamento de conteúdos e acesso a conhecimentos produzidos também em outras universidades.

 

Fonte : Facomb

Categorias : Mídia

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