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Unidos pela educação

Organizações não governamentais acabam, muitas vezes, assumindo o papel do governo na sociedade

Por: Talitha Nery

 

Não é de hoje que a educação em todo país vêm sofrendo com falta de investimento e interesse por falta do governo. As famílias de baixa renda são as que mais sofrem com a educação precária do ensino público e isso reflete na formação dos futuros adultos.

É nesse momento que algumas empresas privadas criam organizações não governamentais (ONGs) para ajudar na complementação do ensino dessas crianças. De acordo com uma pesquisa realizada pelas Organizações em Defesa dos Direitos e Bens Comuns (Abong), cerca de 20% dessas organizações atuam em prol da educação.

As ONGs não substituem o papel do Estado no que diz respeito à educação, mas é evidente que elas auxiliam muito na formação de crianças e jovens. Porém, ainda falta a consolidação dessas organizações como instituições profissionais, estruturadas e importantes agentes para a educação brasileira.

O papel de oferecer uma educação de qualidade não é das organizações, mas sim do governo. O papel da ONG é de colaboração. Elas não devem estar a serviço dos órgãos escolares e nem devem ter os órgãos escolares a seu serviço. Mas esse papel tem sido bastante invertido dentro da sociedade. As ONGs passaram a ser o principal contado de crianças e jovens com uma educação de qualidade.

Ainda assim essas organizações não são suficientes para atender toda população e alguns alunos, que recebem o ensino só por escolas de qualidade ruim, acabam se tornando desestimulados e muitos abrem mão da escola e abdicam da educação.

Fonte : Facomb

Categorias : Educação

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