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Jovens Jornalistas - FIC UFG

Bolsas na UFG contribuem para a permanência do estudante

Programas sociais da universidade oferecem aos alunos a possibilidade de passar mais tempo no Campus e adquirir experiência

Por Guilherme Lucian

As universitárias Ana e Denise têm algo em comum: possuem baixa renda e, por isso, são bolsistas da universidade.  E é esse auxílio que faz cm que elas e outros estudantes possam fazer o curso e se dedicar melhor aos estudos.

Denise Alves, estudante do curso de Letras, possui as bolsas Permanência, de Alimentação e a do Centro de línguas. Ela diz acreditar que, com essas bolsas, é possível se dedicar melhor aos estudos. “Fico por mais tempo na universidade e não preciso voltar direto para casa. Isso ajuda bastante”, afirma.   

Cursando o quinto período de Geografia, a estudante Ana Lúcia Lourenço também é beneficiada com algumas das bolsas do programa. “Tenho a Pibic, que é uma bolsa de iniciação científica, e a bolsa do Restaurante Universitário. E já tive também a bolsa permanência, quando entrei na universidade”, diz.

Para ela, é complicado estudar enquanto trabalha, mas não conseguiria se dedicar nas pesquisas e nas outras atividades que realiza dentro do curso se não tivesse essas bolsas.

Essas bolsas fazem parte de um programa da Universidade Federal de Goiás e são oferecidas aos estudantes por meio de um processo de seleção. Quem explica melhor é Amadeus Alves, diretor do Serviço Social da Pró-reitoria de Assuntos da Comunidade Universitária.  

Segundo ele, as inscrições sempre são abertas no início de cada semestre e os critérios básicos para essa seleção são aqueles que se enquadram na categoria de baixa renda, ou seja, quando os estudantes ou seus responsáveis possuem uma renda de um salário mínimo e meio.  

Essa diretriz toma como base um dos decretos do Governo Federal que criou o Plano Nacional de Assistência Estudantil, que delimita a renda baixa como sendo esse valor. Portanto, os estudantes devem pertencer a famílias de baixa renda para participarem de alguns dos programas oferecidos pela Procom.

Para Omari Ludovico, que realiza um trabalho voluntário na Procom, os programas sociais também possuem outra função: a de educar. “É um trabalho educativo, pois os estudantes terão um contato maior com a área que estão cursando e, desta forma, farão atividades que possivelmente não fariam se estivessem somente em salas de aula”, diz.

Ela acredita que a finalidade principal desses programas socioeducativos é a de que o estudante de fato realize seu curso no tempo certo e aproveitando ao máximo o que a universidade pode conceder a ele. “Todos esses programas, que nós chamamos de bolsas, possuem um caráter de permanência, sendo algumas delas em dinheiro destinado à conta do estudante”, conclui.

No site da Procom, é possível conhecer um pouco sobre esse e outros programas que a entidade realiza junto à Universidade Federal de Goiás. 

Fonte: Facomb

Categorias: Educação